Só ao final do dia é que podemos começar a organizar o que projectamos segunda, terça e esta manhã. O que nos move é o desejo de  ultrapassar dores antigas, relações pouco satisfatórias, carências nos afectos ou nos dinheiros ou o desejo de reconhecimento. A entrada da Lua em Capricórnio pela tarde faz-nos ambicionar estruturas sólidas a que nos possamos agarrar ou controlar, construídas com a ajuda da conjunção de Vénus a Quíron em Peixes. Esta permite sarar feridas de coração ou partilha, de afectos ou de justo valor pessoal ou material, através do esforço de dar um sentido à vida, reforçando o amor-próprio com o pragmatismo que Júpiter e o Nódulo Norte em Virgem estimulam.

Para agir como manda a alma com o sextil do Sol a Neptuno há no entanto que ir ao fundo das questões, descobrir na ordem das coisas, quais as iniciativas que é possível tomar para mudar o que já não interessa ao nosso desenvolvimento. Mercúrio em Carneiro em quadratura a Plutão em Capricórnio pede que se diga a verdade com a toda força da descoberta mas isto traz necessariamente conflitos.  O que hoje for dito, terá consequências fundamentais dentro de uma semana quando o Sol activar a mesma quadratura a Plutão, antes de fazer a conjunção a Urano que Mercúrio activa nos próximos dias. Ou seja, estamos num limiar de transformações em que a comunicação é a chave dos resultados a vir. Quando mais séria a análise, mais cuidadosa a explicação e mais controlada a expressão menos custará o processo de libertação ou o encontrar de resposta dentro de dias. A ideia é a de ser para fora quem somos por dentro-depois de trabalhada essa coerência.

A imagem é a de Buda Ratnasambhava com deusas venusianas.

c2005.16.39har65462__slider essa coerência.

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