O mês acaba numa nota de esperança que haja outra vida para além desta, oportunidades de viver melhor, de forma mais estruturada, com mais sentido, menos vulnerabilidade ás emoções e uma maior honestidade na forma como nos relacionamos e no que valorizamos. É preciso ir ao fundo das questões, discuti-las, investigar, mergulhar também nas águas do subconsciente para eliminar entraves com Sol, Mercúrio e Lua em Escorpião em sextil aos  seus regentes Marte e Plutão em Capricórnio a forçar as mudanças estruturais. O semi-sextil a Plutão de Vénus em Sagitário que se liberta de uma conjunção a Saturno abre caminho para novas perspectivas sobre quais os princípios orientadores das relações e investimentos com que devemos abordar o processo de renascimento em curso, depois da Lua Nova em Escorpião de ontem. O trígono de Sol e Mercúrio em Escorpião a Neptuno em Peixes acorda a intuição, inspiração e capacidade de nos recriarmos.

Tela de Morris Graves, 1938

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