É com a sensibilidade à flor da pele que acordamos do teatro cósmico do fim-de-semana de eclipse e Lua Nova em Peixes para ter de começar algo de novo, com um sentido das limitações e a necessidade de encontrar uma nova lógica e sonho. A Lua ainda em Peixes faz hoje conjunção a Quíron e quadratura a Saturno em Sagitário, aspectos de dedo na ferida e contrariedade emocional que só são ultrapassadas se conseguirmos equilibrar o impulso de resolver tudo abruptamente com a abertura a compromissos, devido à oposição de Marte e Urano em Carneiro a Júpiter em Balança. Mercúrio está hoje e amanhã em conjunção ao Nódulo Sul a obrigar-nos a pensar de maneira racional sobre o que eram fantasias antigas que temos de abandonar ou articular de forma inteligente enquanto o Sol conjunto praticamente toda a semana a Neptuno em Peixes dá espaço para termos outros sonhos, sermos criativos ou apaixonadamente nos entregarmos ao novo rumo traçado pelo eclipse e Lua Nova. Não vai ser preciso muito para ver o efeito transformador das novas apostas: pelo final da semana Vénus em Carneiro estará em quadratura a Plutão em Capricórnio e é aí que novos valores se levantam.

Tela de Millet ” Os primeiros passos”, Met de Nova Iorque

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