Dificilmente tudo ficará na mesma depois da Lua Cheia de hoje em Balança. Não que fique já tudo resolvido, antes pelo contrário, mas chegamos hoje a um ponto importante num longo processo de transformação da ordem estrutural de que dependemos seja em casa, no trabalho, nos negócios ou em sociedade e a partir daqui há que construir lentamente uma nova realidade, fazendo ajustes entre o desejo e o possível, ao longo do percurso. Ver tempos em https://rositaiguana.com/2017/04/06/de-abril-a-outubro-planetas-retrogrados-revisoes-necessarias/

Esta Lua Cheia faz conjunção a Júpiter em Balança, quadratura a Plutão em Capricórnio, oposição ao Sol e a Urano em Carneiro, quincúncio a Marte em Touro. É regida por Vénus retrograda em Peixes, conjunta a Quíron. Assim, o que nos move na procura de soluções é a necessidade de resolver uma dor antiga, uma carência amorosa, financeira, um sentido de pertença que chegou a um extremo que pede que lhe demos resposta. E essa resposta tem de ser uma revalorização do que sentíamos como perdido. A Lua conjunta a Júpiter traz os contactos, as relações, os contractos ou as leis que precisamos para, pela quadratura a Plutão transformarmos os equilíbrios existentes e a ordem das coisas, com iniciativas originais- pela oposição ao Sol e a Urano em Carneiro- que representem uma nova afirmação de valores, ganhos, vontades concretas, mesmo que difíceis de materializar, pelo quincúncio a Marte em Touro. Tal como já ontem, o trígono de Mercúrio retrógrado ao Nódulo Norte em Virgem ajuda a rever os detalhes da operação. A quadratura de Saturno em Sagitário a Vénus e a Quíron em Peixes lembra-nos com custo que para resolver as carências temos de pensar bem e a longo prazo.

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