Chegamos este fim de semana a um climax nos processos de transformação em casa, familia, raízes, dependências emocionais, numa Lua Cheia em nada ligeira cujo resultado depende apenas da nossa capacidade de afirmar quem somos, como pensamos e o que de diferente queremos fazer, mude o que mudar, doa a quem doer. A Lua está em Capricórnio, oposta ao Sol que rege, conjunta a Plutão e depois oposta a Marte também em Caranguejo numa tensão enorme entre o que queremos defender e o que temos de mudar para seguir em frente, afinal quem manda e que se quer em casa ou em família?.

Obras, cirurgias, mudanças, tudo o que altere o que se pretendia ser a estabilidade básica são expressões dos aspectos desta Lua em que a única coisa que podemos controlar é a nossa própria capacidade de abrir mão do passado e abraçar o que de novo pode surgir. Essa inovação está nas nossas mãos desde que bem fundamentada graças ao grande trígono de Fogo entre o Nódulo Norte em Leão, Saturno em Sagitário e Urano em Carneiro. Mesmo que tenhamos alguma indecisão com Vénus em Gémeos não a devemos deixar transparecer e é melhor falar com a autoridade de quem sabe com Mercúrio em Leão. O que se pretende é estabelecer um novo equilíbrio doméstico, familiar, com apoios externos mas não dependente deles pelos aspectos a Júpiter em Balança. As novas regras temos de ser nós a fazê-las e o que as dita será a consciência e não o receio da mudança.  Vai ser intenso este fim-de semana cuja chave de sucesso depende da capacidade de articular conservadorismos e transformação.

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