A precisão, o discernimento, a atenção ao detalhe, a escolha das palavras, o cálculo dos custos, os cuidados de saúde e o sentido do que ou quem estamos a servir são a marca da Lua Nova da madrugada GMT de quarta-feira em que Sol e Lua se encontram em Virgem onde estão também Vénus, Marte e Mercúrio. Poderia parecer que com tanta concentração de energia a apontar na mesma direção os resultados seriam extraordinários. E podem ser desde que ultrapassadas, pela consciência e pela prática, as barricadas levantadas pela quadratura da Lua Nova a Saturno em Sagitário, pelo seu quincúncio a Urano em Carneiro e pela oposição a Quíron em Peixes com Mercúrio, regente de Virgem, também oposto a Neptuno em Peixes e sesquiquadrado a Urano. De que barreiras se tratam? Trata-se de aspectos que nos obrigam a uma visão hiper-realista do que está em causa semear nesta nova lunação. Primeiro há que responder a questões. Onde está a ferida? Onde dói? Onde está o dom por cumprir? O entendimento tão desejado?  De onde vem a ansiedade? Estaremos a ser demasiado críticos? Obcecados  com detalhes que são baralhados pela fantasia?  E porque não soltar a zanga? Há que começar de novo, sim, mas por onde? Com o Nódulo Norte em Leão a resposta terá de ser pessoal e criativa, mas não solitária. O sextil ao Nódulo feito por  Júpiter em Balança com Vénus seu regente em Virgem aconselha a expandirmo-nos através da ajuda que podemos dar aos outros enquanto a quadratura da Lua e Sol a Saturno no signo que Júpiter rege pede um máximo de discernimento e de precisão baseados em fios condutores bem definidos a pensar no longo prazo e que incluem clareza na avaliação de quem nos rodeia e das ideias que defendem.  É uma Lua Nova para começar um novo ciclo de objectividade sobre a verdade que nos move e a realidade em que estamos inseridos.  Esta Lua Nova, em vésperas do Equinócio de Setembro é  também o início do novo ano judaico 5778, guiado pelo calendário lunar. Shana Tova!

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