Mais um dia em que é difícil discernir a realidade da fantasia mas em que não temos outra hipótese senão de pôr os pés na terra, a mente a analisar e o coração a dobrar-se ao factual.  Durante uma boa parte do dia a Lua está ainda em Sagitário onde faz conjunção a Saturno a quadratura a Mercúrio em Virgem e a Quíron em Peixes. Com isto, as emoções ou o instinto optimista têm de se submeter a regras, princípios, uma ordem a longo prazo, mesmo que haja pouca vontade para discutir o detalhe e doam feridas antigas por sentirmos a carência da entrega total. Depois a Lua entra em Capricórnio e faz-nos ambicionar uma ordem, uma estrutura, o poder de nos estabelecermos com respeito e autoridade, mas uma quadratura ao Sol em Balança faz com que as relações em que estamos envolvidos e a necessidade de equilíbrios amorosos, financeiros, políticos ameaçam essa ordem desejada. Agir individualmente ou aproveitar o que os outros têm para nos dar é a outra ambivalência que temos vindo a sentir e se vai arrastar até ao final da semana com a oposição de Júpiter em Balança a Urano em Carneiro. Antes de entrar em Capricórnio a Lua faz pela tarde um trígono a Urano e a tendência será a de fazer o que bem nos apetece mas…. logo vem a quadratura ao Sol em Balança que nos faz pagar os custos das acções intempestivas porque ficamos sem os apoios necessários. O trígono de Marte em Virgem a Plutão em Capricórnio ajuda-nos ter resultados práticos se trabalharmos de forma crítica os detalhes das mudanças profundas na ordem das coisas que tiverem de ser operadas a partir do final da semana quando Plutão entrar directo.

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