É com ideias claras e pouco sentimentalismo que hoje estamos prontos para rupturas, para a libertação de amarras antigas ou contratos , para acções unilaterais que põem em causa o equilíbrio das relações. Aliás, desde a Lua Cheia de ontem e até dia 10 vamos viver um crescendo de tensões entre a paz e a guerra ou, menos dramaticamente, entre o acordo e o desacordo nos laços que nos unem em casa, no trabalho, na sociedade, na política. É de facto um tempo de cortes  com o passado para que se possa limpar entraves ao que terá de ser reconstruído a partir de dia 10 quando o Sol e Mercúrio em Balança fizerem quadratura a Plutão e Júpiter entrar em Escorpião. Hoje, com  a Lua em Carneiro a fazer conjunção a Urano e oposição a Júpiter, depois de uma quadratura a Plutão, são as emoções que nos levam espontaneamente a apostar num caminho individual, em ideias que rompem com o status-quo, em gestos que abrem portas para o que queremos vir a formalizar como novo percurso. É o trígono da Lua a Saturno em Sagitário que afirma que há um propósito a longo prazo, bem pensado que queremos cumprir e apenas o quincúncio de Mercúrio  a Neptuno perturba a frieza da quadratura de Saturno a Vénus causando alguma confusão quanto ao sentido das palavras que usamos para explicar que género de acordos queremos. Parece impagável este processo de afirmação individual, com o Nódulo Norte em Leão  já e nos próximos dias, em trígono a Saturno em Sagitário.

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