Hoje e amanhã toda a atenção é pouca à escolha das palavras certas, à lógica de regeneração, à descoberta do que está por revelar, à ideia de poder e de partilhar porque o que está em causa é mantermos o nosso sentido de identidade, criatividade, amor próprio salvaguardados enquanto debatemos o que é nosso e o que é dos outros, sob a tentação de agradar a tudo e a todos. Mercúrio está em Escorpião em quadratura neste início de semana ao Nódulo Norte em Leão exacerbando a importância das comunicações sobre o que do âmbito do partilhado,  face ao interesse pessoal, com Sol e Júpiter também em Escorpião a porem todo o foco nas questões de  transformação profunda da ordem física, material, financeira, política ou espiritual, no que sentimos e no que acreditamos ser a verdade, regras e poder a defender enquanto a Vénus em Balança procura amenizar os sentimentos mais intensos que os planetas em Escorpião visceralmente suscitam.

Não só vibramos intensamente com essas questões como pomos grande ênfase no que intuímos mas que pode não ser claro com a Lua em Peixes conjunta a Neptuno, um aspecto de hiper sensibilidade ou antenas para o desconhecido mas também grandes interferências no pragmatismo necessário para se resolverem situações de crise na senda da quadratura de Vénus a Plutão do final da semana passada e em vésperas da quadratura de Marte a Plutão, Marte esse que está hoje em quincúncio à Lua e a Neptuno fazendo-nos sentir a tensão entre o sonho de um mundo ideal e a necessidade de pôr ordem nos relacionamentos, cortando pela raíz os que nos são nefastos- o problema está em poder identificá-los correctamente pela perturbação causada pela visão difusa da conjunção Lua/Neptuno em Peixes.  Vale-nos o sextil de Vénus a Saturno em Sagitário que permite descobrir oportunidades de equilíbrio nas relações se apostarmos em regras bem definidas para o longo prazo enquanto fazemos navegação costeira para resolver os problemas imediatos mais prementes. Um dia de entusiasmos e incertezas, de quereres e de contemporizações, de poder e de saber que de facto podemos pouco. Mas há que encontrar soluções criativas que nos encham as medidas e satisfaçam o sonho.

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