Podemos querer a paz, mas ironicamente temos de lutar por isso. Apesar dos esforços de harmonia e procura do equilíbrio das relações amorosas, financeiras, políticas, vamos ter de assumir o que queremos e o que não queremos e fazer a balança pender para o lado que nos permita controlar as situações de poder, as tensões dos processos de transformação profunda do que temos e do que partilhamos- ou não – enfim, de todas as questões que nos revolvem as entranhas, sexo, heranças, empréstimos, morte ou qualquer tema onde nos defendemos espontânea e compulsivamente. É a Lua em Balança, conjunta a Marte e quadrada a Plutão que exacerba os conflitos  e a necessidade ou mesmo inevitabilidade de reconhecimento que as relações não podem ficar como estavam e que é preciso rever as estruturas que as suportam. Desfazer e fazer alianças é o ponto chave da agenda dos próximos dias, até à Lua Nova em Escorpião no dia 18, quando Marte fizer a quadratura exacta a Plutão o que iluminará os resultados dos acertos de relações desta semana e novas bases de poder da quais partimos para o próximo ciclo lunar. Júpiter e Vénus em Escorpião em trígono a Neptuno em Peixes incitam a seguirmos apaixonadamente os nossos ideais o que o Sol em Escorpião torna ainda mais potente. O diálogo, debate, explicação lógica e divulgação dos planos de expansão são os instrumentos a usar para ganhar novos parceiros, mesmo se com isso também se percam alguns, com Mercúrio em Sagitário em sextil à Lua,  Marte e a Plutão.

Desenho de MiguelAngelo

 

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