É um dia de oportunidades mas têm um custo. O terreno que andamos a desbravar e a necessidade de controlar os processos em curso para lançar as sementes de mudança na Lua Nova de Sábado exigem mão firme nas negociações e mesmo separações, se os conflitos forem inultrapassáveis. O custo é esse, o de termos de deixar ir uma velha harmonia porque já não permite a evolução a que aspiramos, como se sem guerra não chegássemos a lado algum. A Lua, em vésperas de se unir ao Sol na Lua Nova de Escorpião de Sábado, faz hoje um sextil e um semi-sextil aos seus regentes, respectivamente Plutão em Capricórnio e Marte em Balança que naturalmente estão até ao fim-de-semana em quadratura entre si. Estes são aspectos de possibilidade de ir ao fundo da questões emocionais, financeiras, do âmbito do poder, todas elas exacerbadas pela presença também em Escorpião do Sol, Júpiter e Vénus, enquanto a quadratura dos regentes nos coloca em alta tensão porque para mudar ou controlar os processos de mudança, temos de ser assertivos correndo o risco de cortes, rupturas, alteração do status-quo, para bem dos resultados, mas para mal de quem aspirasse a um processo pacífico já que essa tensão é ainda agravada pelo quincúncio do Sol a Urano em Carneiro- também regido por Marte-que nos sacode com surpresas e rebeldias para as quais o diálogo inteligente é a única saída apontada pelo crescente trígono de Mercúrio em Sagitário a Urano. Há hoje que estar preparado para golpes de sorte e azar, rupturas e determinação em manter o controlo a partir  das novas bases que queremos lançar na Lua Nova de Sábado. Mãos à obra, há toda uma reconstrução a fazer.

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