É para o mundo, para o colectivo, para os grupos com que partilhamos interesses ou onde aspiramos a participar que nos viramos hoje e temos a possibilidade de, com palavras já repensadas,  comunicar o que queremos fazer diferente, único ou livremente, sabendo que para tal temos de continuar a  desconstruir ordens existentes e organizar a longo prazo novas estruturas em que nos podemos apoiar , que dominemos e que façam a diferença. É a Lua em Aquário, sextil a Mercúrio retrógrado que permite esse uso da lógica para nos reposicionarmos ou fazermos uma leitura diferente dos dados, enquanto o Sol em Carneiro a caminho de uma quadratura a Plutão em Capricórnio e de uma conjunção a Urano nos leva a encarar situações de crise de controlo da ordem ou da vontade e a necessidade de abrir mão e partir para  novos rumos, aceitando sem tentar manipular que o passado é o passado e não podemos ficar agarrados ou a tentar segurar velhos valores. Marte em Capricórnio em trígono a Vénus em Touro ajuda-nos nesse processo porque nos traz compensações reais, palpáveis, materiais da pedra que partirmos nesse caminho de depuração. O sextil a Plutão de Júpiter em Escorpião é mais um sinal positivo de que no mudar é que está o ganho.

Fotografia de Sarolta Ban

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