Temos que esperar pela madrugada de segunda feira para sentir que as coisas vão por diante. Todo o fim-de-semana aspiramos já a novos começos mas sabemos e sentimos que há ainda limites e questões a finalizar antes de novo arranque, com o apoio da Lua Nova em Carneiro às poucas horas de dia 16.

Tanto sábado como domingo a Lua está em Carneiro, signo onde aspiramos à acção. No entanto, os restantes aspectos dificultam tomadas de posição e temos ainda de contar com Mercúrio retrógrado até segunda-feira, também em Carneiro o que nos força a reflectir sobre a orientação da vontade. No sábado a Lua faz conjunção a Mercúrio e quadratura a Saturno em Capricórnio, sinal claro de que não vale a pena ter pretensões e o melhor é uma atitude pragmática face a limites e frustrações. No domingo a Lua faz quadratura a Marte e  pela noite a Plutão, ambos em Capricórnio e isto implica conflito de interesses e capacidades e a necessidade de ajustamento do que se pretende ao que será possível conseguir. E é assim, preferencialmente depurados do supérfluo, que lançaremos as sementes do que queremos que se venha a manifestar quando, na madrugada de segunda feira, a Lua fizer conjunção ao Sol e pouco tempo depois a Urano, todos em Carneiro, numa Lua Nova que tem muito de radical, explosivo, mesmo bélico, num combate para mudar a ordem e as condições das coisas, em casa, no trabalho ou nas estruturas políticas e financeiras em que estamos inseridos, com Júpiter em Escorpião em sextil exacto a Plutão em Capricórnio. É um fim-de-semana para navegar com cuidado, sem precipitações, atentos a impulsos destrutivos, nossos ou que nos ameaçem. Depois da Lua Nova, quando esta entrar em Touro ainda na segunda-feira,  teremos que avaliar o custo das mudanças ou crises  que passamos o fim-de-semana a testar.

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