Durante todo o fim-de-semana o desafio é o do controlo das situações, dos bens partilhados, a manutenção ou conquista de poder, das emoções abaladas por ameaças que os outros nos suscitam e que receamos não dominar. É a Lua em Escorpião que acende esses sentimentos intensos, regida por Marte e por Plutão e como o Sol está em Carneiro, também regido por Marte, a energia vital e a sensibilidade estão condicionadas pela capacidade de acção e controlo das situações.

Existem várias dificuldades na adopção de atitudes ou escolha de caminho a seguir, uma das quais a retrogradação de Mercúrio em Peixes, conjunta a Neptuno que cria as maiores confusões, ilusões e a obrigatoriedade de as deslindar, principalmente tudo o que estiver relacionado com assuntos pendentes que temos de –  até ao final da próxima semana, quando Mercúrio entrar directo,-  ter alinhados para resolução.

Plutão e Saturno estão em Capricórnio num pano de fundo de fim de festa-  que só terá abertura num novo ciclo em Janeiro de 2020 quando fizerem conjunção-  que nos indica as estruturas, organizações, suportes, poderes  – em casa, no trabalho ou na política – que têm de ser desfeitas para se poderem refazer com uma nova ordem. Isto  exige de facto inovação, novos valores, novos conceitos sobre  de onde tem de vir a segurança material, sinal dado por Urano, recém entrado em Touro onde ficará nos próximos anos a exigir a adopção sucessiva de novos valores – trazendo instabilidade quem não for flexível e oportunidades a quem as procurar fora do status-quo.

A Lua na manhã de sábado GMT faz oposição a Urano e ao final do dia de domingo opõe-se a Marte apesar de fazer sextilha a Plutão e a Saturno. Vamos dando passos mas nada acontece sem despontar conflitos de interesses. a A chave para sobreviver a toda esta passionalidade está no controlo das nossas próprias emoções.