Ter uma nova ideia para nós próprios é a chave deste dia em que não nos podemos levar muito a sério apesar da tentação ser

grande. Os grandes egos andam à solta com uma grande concentração de planetas em Leão: Vénus, Sol, Marte e a Lua, cada qual a iluminar áreas diferentes da perspectiva que temos da nossa identidade, capacidade amorosa, de afirmação e projecção. Estamos assim muito centrados no Eu, e a deixar que esse Eu domine todas as actividades em que nos envolvermos. Mas há ajustes a fazer e não é tudo como nos imaginamos dado o sesquiquadrado do Sol a Neptuno em Peixes e a quadratura de Vénus a Urano em Touro. Como Vénus está em trígiono a Quiron em Carneiro há um forte impulso para fazermos o ue sempre quisemos fazer e nunca foi possível. No entanto, isto só tem bons resultados se estivermos a inovar e a servir o bem comum, defendendo novos valores nas relações e na matéria. Caso contrário perdemos relações, perdemos amor-próprio e podemos ter perdas financeiras.  Pela tarde a Lua entra em Virgem onde vai fazer trígono a Urano e vamos mesmo deitar contas à vida, ver detalhes, contabilidade, editar minuciosamente o discurso pessoal de forma a incluirmos essas novidades que a bem ou a mal tivemos de integrar. É um dia para ser conservador de manhã de forma a poder ter ganhos à tarde.

Tela de Pollock “Auto-retrato e sonho”, 1953